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27 julho, 2017

A fome de um Filho


Texto base – João 4:4-42:

INTRODUÇÃO
Em sua conversa com a mulher samaritana, Jesus derrubou as barreiras que a impediam de cumprir o propósito de Deus para a sua vida.
Diga-se de passagem, Deus tem um propósito para cada um de nós, e ele está revelado nas Escrituras. O conceito é amplo, mas tudo começa com a nossa necessidade de conhecer a Jesus, receber dEle libertação, perdão, graça e paz, e sermos redirecionados por Ele. Cristo quer abrir nossos olhos para Ele mesmo ꟷ o Senhor ꟷ e para o próximo. Seria um desperdício passar uma vida inteira olhando apenas para si mesmo.  

I- Quatro barreiras bloqueavam o cumprimento do propósito de vida da samaritana:

1- A barreira da tradição religiosa (Jo 4: 9, 12)o
A mulher samaritana lhe perguntou: “Como o senhor, sendo judeu, pede a mim, uma samaritana, água para beber?” (Pois os judeus não se dão bem com os samaritanos... Acaso o senhor é maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, bem como seus filhos e seu gado?”

1.1 A tradição religiosa nos separa dos diferentes
Havia uma barreira cultural e religiosa entre judeus e samaritanos, e a mulher não estava nem um pouco desejosa de quebrar essa barreira. Ela foi hostil com Jesus, o que era de se esperar naquele contexto. Além disso, a mulher estava colocando o poço do patriarca Jacó acima de Jesus. Os samaritanos fizeram da herança de Jacó uma tradição religiosa, um alvo de idolatria disfarçada, algo que para eles era maior que Jesus, o Messias.

1.2 A tradição religiosa nos induz a valorizar mais a forma do que o conteúdo (métodos):
Hoje, isso se aplica a nós quando olhamos para a nossa forma de exercer o ministério. É fácil acontecer isso. Imperceptivelmente acabamos colocando nossos métodos acima do conteúdo do Evangelho. Porém, devemos entender que, apesar da importância dos métodos, eles continuam sendo apenas métodos e métodos tem prazo de validade. Os tempos mudam e os métodos vão se tornando ultrapassados. Mas a tradição religiosa não nos deixa abrir mão dos métodos em benefício do conteúdo. O conteúdo é o Evangelho, e esse jamais pode mudar. Mas os métodos, a linguagem que se usa para pregar o Evangelho pode e deve passar por atualização e contextualização.

2- A barreira do egoísmo (v.15) “o cântaro”
A mulher lhe disse: “Senhor, dê-me dessa água, para que eu não tenha mais sede, nem precise voltar aqui para tirar água”.

1.1 Como está o seu umbigo hoje?
A mulher só queria saber de suprir sua própria necessidade humana de água. Quando Jesus disse que tinha uma água que saciava a sede de uma vez por todas, ela ficou muito interessada, pois assim não precisaria mais voltar ali, e seu problema estaria resolvido para sempre. Ela vivia em função do seu próprio cântaro de água, estava apegada a ele.
Existe um ditado popular que diz que a pessoa que só olha para si mesma é aquela que só olha para o seu próprio umbigo, isto é, está sempre em busca dos seus próprios interesses. O egoísmo não nos deixa enxergar o próximo, o outro, aqueles que precisam de um socorro.

1.2 Erguei os vossos olhos
Porém, mais a frente Jesus vai dizer aos seus discípulos:
ꟷ Ergam os olhos, vejam os campos, pois eles já estão prontos, brancos, maduros para a colheita” (v.35).
O propósito de Deus para nós é sublime. O Senhor não quer que desperdicemos nossa vida olhando para baixo, para o nosso próprio umbigo. Jesus quer erguer os nossos olhos na direção dos campos maduros, isto é, bilhões de pessoas que precisam do socorro celestial que os filhos de Deus tem pra oferecer.

3- A barreira do pecado (vs.16-18)
Ele lhe disse: “Vá, chame o seu marido e volte”. “Não tenho marido”, respondeu ela. Disse-lhe Jesus: “Você falou corretamente, dizendo que não tem marido. O fato é que você já teve cinco; e o homem com quem agora vive não é seu marido. O que você acabou de dizer é verdade”.

            Aquela mulher estava em pecado. O pecado nos afasta do propósito. Deus é santo e não tolera o pecado. Nosso pecado faz separação entre nós e Deus. Só poderemos desfrutar e viver tudo o que Deus tem para nós quando a barreira do pecado cair por terra, e isso só pode acontecer após o nosso arrependimento. A Bíblia diz que se confessarmos os nossos pecados, Jesus nos perdoa e nos purifica por meio de seu sangue derramado na cruz.

4- A barreira do desconhecimento de Deus (v.26)
Então Jesus declarou: “Eu sou o Messias! Eu, que estou falando com você”.

A mulher estava diante de Jesus sem saber quem ele era, até o momento em que o próprio Jesus se revelou a ela. Era a última barreira. Quando ela recebeu o conhecimento de Deus, então sua vida foi totalmente transformada e redirecionada. Antes ela estava presa e apegada ao poço, ao cântaro, a si mesma, e ao pecado. Mas quando Jesus se revelou, ela simplesmente esqueceu o poço, largou o cântaro ali mesmo, e foi correndo na direção do cumprimento do propósito de Deus para a sua vida. Ela foi em direção aos perdidos e conduziu os seus concidadãos a Jesus. Uma mulher e uma cidade inteira foram transformados pelo Senhor Jesus Cristo. Aleluia!

II- E tudo isso começou com a fome de um filho
1.1 Jesus era 100% homem e 100% Deus
Sim, Jesus não “apenas” era Deus, mas também era homem, e como homem se relacionava com Deus como Pai. Quando lemos os evangelhos percebemos claramente que constantemente Jesus chamava a Deus de Pai. E como Filho, a fome de Jesus era fazer a vontade do Pai e concluir a Sua obra (v.34).
Foi por causa dessa fome que Jesus quebrou a barreira da tradição religiosa e iniciou um diálogo com uma mulher samaritana. Foi por causa dessa fome que Jesus entendeu a necessidade urgente dos campos maduros e foi em busca de uma alma perdida. Foi por causa dessa fome que Jesus enxergou por detrás de toda hostilidade da mulher um coração vazio e carente do verdadeiro amor que só Deus pode oferecer.
A história de uma mulher e de uma cidade inteira que foi salva pela graça de Deus começou com a fome do Filho unigênito do Pai Eterno ꟷ seu nome é Jesus.

CONCLUSÃO
            Você está cumprindo e vivendo o propósito de Deus para você?
Você já venceu a barreira da tradição religiosa?
Você já venceu a barreira do egoísmo?
Você já se arrependeu e rompeu com a barreira do pecado?
Você conhece mesmo a Jesus?
Você tem fome de fazer a vontade do Pai?

De seu irmão em Cristo, Éder Carvalho.

09 julho, 2017

Ordenação a Evangelista pela CIADESCP


O dia 6 de Julho de 2017 ficará marcado para sempre em meu coração. 
Neste dia fui ordenado Evangelista pela CIADESCP (Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná). Glória a Deus!

Agradeço a Deus em primeiro lugar, pois jamais fiz por merecer tudo o que Ele tem feito por mim. Tudo é pela graça e misericórdia dEle.

Agradeço ao meu pastor presidente, Pr. Sérgio Melfior, pois foi ele quem levou meu nome, me apresentou, depositou tamanha confiança em minha pessoa. Foi ele o canal que Deus usou para me entregar essa benção. Não tenho palavras para agradecer.

Agradeço a minha esposa Monique P.W. Carvalho e nosso filhinha Hellen C. Carvalho. Vocês são a alegria da minha vida, o amor maior do meu coração.

Agradeço a toda minha família: meus pais, Pr. Esequiel Carvalho e minha mãe Noeli de Oliveira Carvalho. Vocês são minha inspiração e referência. Aos meus irmãos e suas respectivas famílias: Júnior, Eliezer, Esdras e Elienai. Vocês meus amigos do peito, meus incentivadores. Amo vocês.

A todos os amigos, irmãos em Cristo e intercessores que tem nos abençoado de várias formas. Em nossa caminhada, vocês foram presentes de Deus para mim.


A Deus toda glória!

(Minha amada esposa, Monique)

(Nossa filhinha amada Hellen)

(Meu pastor, Sérgio Melfior - presidente da IEADJO e vice-presidente da CIADESCP)
Homem de Deus

(Meu irmão, Pr. Esdras Carvalho - pastor do setor 38 da IEADJO)





11 abril, 2017

Estudos confirmam: cristianismo continua sendo a religião mais perseguida do planeta



Em 2016, aproximadamente 90.000 cristãos foram mortos em todo o planeta simplesmente por causa da sua fé, o que mantém o cristianismo como a religião mais perseguida do mundo. Este número, que equivale a 1 cristão assassinado a cada 6 minutos, ficou ligeiramente abaixo dos 105.000 que foram mortos em 2015 apenas por serem cristãos.

Quase um terço das mortes em 2016 foram perpetradas por fanáticos extremistas como os do autodenominado Estado Islâmico, mas também houve assassinatos decorrentes de perseguição estatal.

Massimo Introvigne, diretor do CESNUR (Centro Studi sulle Nuove Religioni, ou Centro de Estudos sobre as Novas Religiões, em italiano), declarou à Rádio Vaticano que aproximadamente 70% dos cristãos martirizados em 2016 moravam em áreas tribais da África: parte dessas mortes se deveu ao fato de os cristãos muitas vezes se negarem a pegar em armas durante os muitos conflitos locais.

Center for the Study of Global Christianity (Centro de Estudos sobre a Cristandade no Mundo) também monitora e estuda os dados sobre o martírio cristão histórico e contemporâneo. A entidade estima que entre 2005 e 2015 houve 900.000 mártires cristãos em todo o planeta, média de 90.000 por ano. Segundo este centro, devem ser levados em conta argumentos históricos, sociológicos e teológicos na quantificação do martírio cristão ao longo do tempo. Sua definição de mártir cristão é esta: “Crentes em Cristo que perderam a vida prematuramente, em situações de testemunho, em decorrência direta de hostilidade humana“.

O número de cristãos martirizados em 2016, na realidade, é provavelmente superior a 90.000, já que os estudos não conseguiram incluir os dados da China e da Índia, justamente os dois países mais populosos do planeta e nos quais, por causa da perseguição, há grandes comunidades cristãs clandestinas. Nesse contexto, o número de cristãos martirizados é difícil de quantificar.